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Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

“Certas mulheres preferem a fidelidade à lealdade, o marido pode esconder dela quanto dinheiro ele tem espalhado pelos bancos do mundo, pode permanecer sendo amigo de uma pessoa com quem ela brigou, pode continuar protegendo um parente parasita que ela detesta, pode falar mal da mãe dela, pode até acintosamente considerá-la uma debilóide (a maioria [...]

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“O tempo ficou organizado. Temos de tomar aos poucos doses de contemplação absoluta. Andando, circulando é melhor. Você vai junto com o tempo. Agora: como é bom olhar. Eu perderia os sentidos, menos a visão. É esplêndido ficar espiando, espiando.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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“Não tenha raiva das frases feitas! Elas circulam e protegem.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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“Mas nunca pensei em largar tudo. Não sou de largar nada. Pelo contrário, eu precisava aprender a largar mais.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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“Estou com crise de escritura, não diga que é frescura please, começo a escrever e sinto pavor, acho tudo horrível e ridículo e falso.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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“É difícil entender que a nossa história é só nossa, é intransferível, incomparável, são outras as materialidades e os pesos.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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“Não acredito muito em namoros em cima de separação.” Ana Cristina Cesar, Correspondêndia Incompleta

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Conhecimento?

“De vez em quando fico abismada com essa velha situação, especialmente ao ler textos nunca mencionados na faculdade e que me parecem fundamentais.” Ana Cristina Cesar, Correpondência Incompleta

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“E pouco a pouco as fisionomias confundiram-se em sua memória; ela esqueceu as melodias das contradanças; não viu mais nitidamente as librés e as salas; alguns detalhes apagaram-se, mas o pesar permaneceu.”
Gustave Flaubert em Madame Bovary

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Durante

“Não conseguimos dizer nada por bastante tempo, e sorrimos, e nos olhamos sem nos ver, e nos ansiamos, e nos alegramos e nos angustiamos e nos tocamos e nos sentimos e nos colocamos abraçados e nos separamos de novo para de novo nos vermos e devagar as formas reaparecem no escuro, primeiro os olhos, depois [...]

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