“… reação ao detachment masculino (trepar sem se envolver cada vez mais; as trepadas pra mim eram construção de alguma coisa, crescimento, envolvimento crescente, e não uma ’simples’ transa.” Ana Cristina Cesar, Correspondência Incompleta
Arquivo da categoria ‘amor’
Publicado em Adriana Falcão, Ana C., Ana Cristina Cesar, Correspondência Incompleta, amor, sexo em 17 Julho, 2008 | Deixar um comentário »
Relações
Publicado em Ana C., Ana Cristina Cesar, Correspondência Incompleta, amor, romance, sentimento, separação em 17 Julho, 2008 | Deixar um comentário »
“Eu interpretei, atribuí a dificuldades provisórias e naturais, a grilos mútuos, aos altos e baixos de toda relação. Mas por trás disso eu estava a fim de continuar, mudar, mexer. Não havia em absoluto um “clima de neurose de casal”, mas barreiras a transpor. E eu queria, estava investindo na relação. Acontece que o distanciamento [...]
Destino
Publicado em Adriana Falcão, Tarja Preta, amor, decisão, escolha em 15 Julho, 2008 | Deixar um comentário »
“E a ordem do destino, se é que existe destino, pode ser alterada por determinadas escolhas. E você fez a sua escolha. E o caos é a origem de tudo. E o amor é um sistema caótico. E os sistemas ditos caóticos são matematicamente imprevisíveis. Entendi perfeitamente.” Adriana Falcão, Tarja Preta.
Amor
Publicado em Adriana Falcão, Tarja Preta, amor em 15 Julho, 2008 | Deixar um comentário »
“O maior amor da vida de uma pessoa não acaba e recomeça assim de uma hora para outra, Otávio.” Adriana Falcão, Tarja Preta
História de amor?
Publicado em Adriana Falcão, amor em 15 Julho, 2008 | Deixar um comentário »
“Nem merece ser chamada de historia de amor.
É história pura mesmo, história normal, que começa e acaba, como tantas outras.” Adriana Falcão, Tarja Preta.
Angústia misteriosa
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, amor, ciúme, dor, saudade em 26 Outubro, 2007 | 1 Comentário »
“Não há sensação angustiada do mistério que possa doer como o amor, o ciúme, a saudade, que possa sufocar como o medo físico intenso, que possa transformar como a cólera ou a ambição. Mas também nenhuma dor das que esgacelam a alma consegue ser realmente dor como a dor de dentes, ou a das cólicas, [...]
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, amor, ciúme, sofrimento em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Avançar seria entrar no domínio onde começa o ciúme, o sofrimento, a excitação. Nesta antecâmara da emoção há toda a suavidade do amor sem a sua profundeza…” Fernando Pessoa
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, amor, diferenças, sentir em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Dizem os dois ‘amo-te’ ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada um quer dizer uma idéia diferente, uma vida diferente, até, por ventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstracta de impressões que constitui a actividade da alma.” Fernando Pessoa
Amor-próprio
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, amor, idéia, sexo em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Nunca amamos alguém. Amamos tão-somente, a idéia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso – em suma, é a nós mesmo – que amamos. Isto é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos [...]
O amor romântico
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, amor, imagem, romance em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Todo o homem de hoje (…) ama, quando ama, com o amor romântico. O amor romântico é um produto extremo de séculos sobre séculos de influência cristã; e, tanto quanto à sua substância, como quanto à seqüência do seu desenvolvimento, pode ser dado a conhecer a quem não o perceba comparando-o com uma veste, ou [...]
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, amor, emoções, memória, pensamento, sentir em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Aquilo que se perdeu, aquilo que se deveria ter querido, aquilo que se obteve e satisfez por erro, o que amamos e perdemos e, depois de perder, vimos amando por tê-lo perdido, que o não havíamos amado; o que julgávamos que pensávamos quando sentíamos; o que era uma memória e críamos que era uma emoção…” [...]
A pedra funtamental
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, memória em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Mas voltar a recordar era a chave do voltar verdadeiro, a pedra fundamental, tudo – do mesmo modo que se desligar da memória, perder ou protelar lembrançs, deixar escoar ou esquecer eram a chave, o princípio, o modelo de toda perda e desaparecimento. e não era assim, no fundo, que o excesso de amor costumava [...]
Exagero
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Amar em excesso não podia dar certo.” Alan Pauls
O amor
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Todo amor tem seu instante inaugural, seu big bang particular, que é, por definição, um começo perdido, do qual os amantes, por mais perpicazes que sejam, nunca são contemporâneos. Não há amante que não seja, na verdade, o herdeiro tardio de um instante de amor que nunca verá, capturado que ficou, e para sempre, no [...]
Definição: ciúme
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, ciúme, definição em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“(…) tendia a pensar no ciúme como numa máquina arbitrária, mas implacável, especializada em traduzir o idioma diáfano do amor para uma gíria de pesadelo: o amor fluía sem problemas até tropeçar numa impureza, a impureza formava uma dobra, a dobra gerava um efeito de funil, o fluxo de amor se afinava – e tudo [...]
Cabal
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, definição em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“(…) teve a prova, não a simples impressão, de que o amor era, efetivamente, a força alquímica mais extraordinária, a única capaz de transformar a pobreza do mundo num luxo sublime.” Alan Pauls
Registros
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, mensagens, recado, relíquias em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“(…) deixar por escrito o que o amor torna impossível de dizer (…)” Alan Pauls
Morte
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, separação em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“(…) não é de morte natural que morre um amor genuíno, mas banhado em sangue, sob os golpes que lhe assesta outro, não necessariamente genuíno – porque ali as leis do amor, cegas aos títulos de nobreza, não têm nenhuma misericórdia -, mas sim oportuno e, sobretudo, impelido por essa crueldade entusiasta que anima todas [...]
Conviver
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, lição em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Temos que conseguir viver com o que fomos, Rímini: essa é a melhor lição que nosso amor poderia nos dar.” Alan Pauls
Amor em extinção
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Era curioso: a extinção do amor só fizera multiplicar as formas, os cuidados, as atmosferas do amor.” Alan Pauls
O amor e a ruptura
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, separação em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Era como se o tecido esgarçado do amor se reconstruísse nima velocidade inconcebível, sozinho, e suas fibras, seguindo de cor o desenho original, de novo se trançassem até apagar todo traço de ruptura.” Alan Pauls
A peça fundamental
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, separação, vida em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Tinham feito tudo. Defloraram-se; raptaram-se de suas respectivas famílias; viveram e viajaram juntos; juntos sobreviveram à adolescência e depois à juventude e chegaram à vida adulta; juntos foram pais e choraram o morto diminuto que nunca chegaram a ver; juntos conheceram professores, amigos, idiomas, trabalhos, prazeres, lugares de veraneio, decepções, costumes, pratos exóticos, doenças – [...]
Sempre há
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Houve, de cada lado, dois simulacros de amor, ambos fogosos, mas que não levaram a lugar nenhum.” Alan Pauls
A Fé do amor demais
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Acreditavam no modo como se amavam, e essa crença era mais forte que qualquer natureza, qualquer sinal que o mundo lhes dirigisse para desmenti-los ou ridicularizá-los.” Alan Pauls
O que é o amor?
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, definição, sentimento em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“O amor, senhorita. O amor é uma torrente contínua. Você sabe do que eu estou falando. Espere aí, por favor. É a minha vez. Será só um segundo, mais nada.” Alan Pauls
Retórica
Publicado em Alan Pauls, O Passado, amor, aniversário, ausência em 24 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Como é possível que você continue fazendo anos sem mim?” Alan Pauls