“Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores simples, para quem o devaneio é música da alma, que os embala sem [...]
Arquivo da categoria ‘almas’
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, sofrimento, sonhos em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
Angústia misteriosa
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, amor, ciúme, dor, saudade em 26 Outubro, 2007 | 1 Comentário »
“Não há sensação angustiada do mistério que possa doer como o amor, o ciúme, a saudade, que possa sufocar como o medo físico intenso, que possa transformar como a cólera ou a ambição. Mas também nenhuma dor das que esgacelam a alma consegue ser realmente dor como a dor de dentes, ou a das cólicas, [...]
Alma versus Alma
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“As relações entre uma alma e outra (…) são matéria de estranha complexidade.” Fernando Pessoa
A (não) personagem
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, autobiografia, romance em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Encontro-me descrito (em parte) em vários romances como protagonista de vários enredos; mas o essencial da minha vida, como da minha alma, é não ser nunca protagonista.” Fernando Pessoa
Triângulo das coisas
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“O ambiente á alma das coisas. Cada coisa tem uma expressão própria, e essa expressão vem-lhe de fora. Cada coisa é a intersecção de três linhas, e essas três linhas formam essa coisa: uma quantidade de matéria, o modo como interpretamos, e o ambiente em que está.” Fernando Pessoa
Viver ou pensar
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, definição, pensamento, viver em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Não saber de si é viver. Saber mal de si é pensar. Saber de si, de repente, como neste momento lustral, é ter subitamente a noção da mónada íntima, da palavra mágica da alma.” Fernando Pessoa
Cada um em seu lugar
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, emoções em 26 Outubro, 2007 | Deixar um comentário »
“Dar a cada emoção uma personalidade, a cada estado de alma uma alma.” Fernando Pessoa
Sobre as ruas e a alma
Publicado em Fernando Pessoa, O Livro do Desassossego, almas, autobiografia, diferenças, ruas em 12 Setembro, 2007 | Deixar um comentário »
“Não há diferença entre mim e as ruas para o lado da Alfândega, salvo elas serem ruas e eu ser alma, o que pode ser que nada valha, ante o que é a essência das coisas.” Fernando Pessoa